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Teixeira de Freitas: Família acusa saúde do município de ter assassinado jovem de 22 anos

Publicado em: 27 de agosto de 2026 | Atualizado: agosto 27, 2026

 

Viviane Moreira / Verdades Políticas

 

Durante a oitiva da CPI da Saúde, que investiga a contratação da empresa Instituto Setes para gerir os contratos das unidades médicas do município de Teixeira de Freitas, ocorrido na quarta-feira, (26), a família do Jovem Wemerson Lima Evangelista de apenas 22 anos, em clima de muita dor e emoção, acusou a saúde da cidade de ter assinado o jovem.

Entenda o caso:

Wemerson Evangelista deu entrada na UPA de Teixeira de Freitas no dia 16 de abril do corrente ano, após sofrer uma fratura no dedo, após sofrer um acidente a caminho do trabalho.

Após 03 dias na UPA de Teixeira de Freitas , esperando por regulação, o jovem foi encaminhado ao Hospital para realização do procedimento corretivo, através de uma cirurgia eletiva.

Segundo a família, após ser ministrado uma medicação, Wemerson começou a reclamar de dores de cabeça, vomitando e vindo lamentavelmente a óbito.

Cristiane Ferreira dos Santos MAtos, prima de Wemerson Lima, acompanhada da mãe do jovem, depôs na CPI, relatando através de mnuita comoção entre os presentes o qye de fato teria acontecido.

” A morte de Wemerson Lima Evangelista, não foi uma fatalidade, foi um assassinato, foi um assassinato. Ele estava internado há 03 dias antes da entrada no HMTF (Hospital Público Municipal de Teixeira de Freitas); na UPA; aguardando uma vaga pelo Suren para ser transferido para o Regional, para fazer um pequeno procedimento de baixa complexidade. Uma fratura simples na mão, uma fratura simples. Eu não esqueço até hoje, eu tenho a voz dele aqui pelo aúdio, que ele mandou pra mãe dele. Ele falou assim: Mãe, a minha transferência saiu. Voce imagina uma pessoa ficar aguardando 03 dias numa UPA para fazer um pequeno procedimento na mão, uma leve fratura, aguardar por uma demanda so Surem e quando chegar a vaga, ele ficar tão feliz e dizer agora sim, agora vai”.  Declarou Cristiane

Bastante abalada a prima do jovem prosseguiu:

“Ele foi confiante, confiando num sistema, sistema esse de saíude que deveria proteger, que deveria zelar, mas não, foi o contrário. No mesmo dia em que ele recebu a transfderência, que ele deu entrada, ele veio a óbito. Um rapaz de 22 anos de idade, com sonhos, com planos. Ele ligou para mãe dele, mostrando quão feliz ele tava. Ele entrou andando gente, dentro daquele hospital, conversando. Para e pensa vocês um pouco. Cada um de nós aqui. eu sei que é pai é mãe, hoje é eu e a mãe dele que está aqui do lado, que estamos sentados nessa cadeira aqui ó, clamando por justiça, por transparência, saber o que de fato aconteceu no dia”.

A emoção tomou conta dos familiares neste momento, e Cristiane, mesmo com a voz embargada pela dor da trajédia prosseguiu clamando por justiça.

“Minha tia aqui do lado, ela trabalhou 12 anos, ela passou por isso lá. E o hospital ue deveria, onde ela derramou seu sangue, seu suor, que deveria ter cuidado, ter zelado, que quando você dá entrada em um atestado de óbito, dizendo ali a causa, causa indeterminada. Como assim  uma causa indeterminada de uma pessoa que entrou andando, conversando. Ele não entrou lá com uma fratura exposta, ele não foi vítima de um acidente de trânsito. Não gente, ele é uma pessoa que saiu para trabalhar, caiu, machucou um dedo, e foi procurar ajuda onde? no Sistema Único de Saúde”.

Cristiane prossegue com fortes acusações contra o Instituto Setes, responsável por administrar a saíude do município de Teixeira de Freitas.

“Depois que essa empresa entrou, não foi só o caso de Wemerson não, não foi só o caso dele não. Ele não vai ser mais  um número que vai ficar no esquecimento não. O hospital municipal abriu portas para muitas pessoas de fora, atendeu, salvou vidas. O hospital, ele atendia, era humano, você sentia na pele ali. Wemerson, ele foi mas deixou um legado. Então quando vocês voltarem para casa hoje, pense nisso. Pense no que vocês estão querendo defender, pense porque vocês estão defendendo. Porque a alma só vai sentir dor, quando a sua consciência pesar. E eu vou te falr, a consciência de quem fez o que fez com a vida de meu primo, Deus já deu a cobrança, porque essa consciência divida que Deus nos deu, ela é perfeita. A condenação para esta pessoa chegou. Então eu peço a esta mesa diretora que não desistam da investigação, que os culpados, eles sejam ouvidos, que eles venham também. Porque se nada devem, eles não tem o que temer. Eles precisam vir também dar um esclarecimento. Isso aqui gente, a morte de Wemerson não foi uma fatalidade, não foi uma fatalidade, isso foi um assassinato. Eu vou repetir a minha fala ciente. Amorte de Wemerson Lima Evangelista não foi uma fatalidade, foi um assassinado”. Concluiu.

 

 

 

 

 


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