
Publicado em: 19 de setembro de 2026 | Atualizado: setembro 19, 2026
Partido relata ataques contra material de campanha da coligação “Mais Bahia, Mais Brasil” e pede atuação das forças de segurança para identificar os responsáveis
A destruição e o furto de propaganda eleitoral em Teixeira de Freitas chegaram à Justiça Eleitoral. O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou, neste sábado, 19 de setembro de 2026, pedido de exercício do poder de polícia eleitoral perante a 183ª Zona Eleitoral, relatando ataques contra materiais utilizados por candidatos da coligação “Mais Bahia, Mais Brasil”.
De acordo com a petição, os episódios vêm ocorrendo de forma reiterada em pontos da Avenida Presidente Getúlio Vargas, especialmente no trecho entre a região da CDC Acabamentos e do Mercado Caravelas, alcançando também as proximidades da rotatória de acesso à Rua Visconde de Mauá, entre os bairros São Lourenço e Alagoas.
No corpo da denúncia, o partido relata a destruição e a subtração de windbanners, peças publicitárias utilizadas na propaganda eleitoral. Segundo a documentação apresentada à Justiça, dezenas desses materiais teriam sido retirados dos pontos onde estavam instalados, enquanto outros teriam sido destruídos ou inutilizados.
O pedido apresentado à Justiça Eleitoral busca a adoção de providências para que as forças de segurança identifiquem os responsáveis. Entre as medidas solicitadas estão patrulhamento intensificado pela Polícia Militar e/ou Polícia Civil, fiscalização preventiva nos locais onde os fatos vêm sendo registrados e análise de imagens de câmeras de segurança para auxiliar na identificação dos autores.
A petição também requer a instauração de inquérito pela Polícia Federal e o acompanhamento do Ministério Público Eleitoral.
A destruição deliberada de propaganda eleitoral regularmente instalada pode configurar crime eleitoral. Já a subtração dos materiais também poderá ser objeto de apuração criminal, conforme as circunstâncias e as provas reunidas pelas autoridades competentes.
Agora, o foco está na identificação dos responsáveis. A análise de câmeras de segurança e a atuação policial solicitada pelo partido poderão contribuir para esclarecer quem praticou os atos e em quais circunstâncias ocorreram a destruição e o furto das peças de propaganda eleitoral.
Até o conteúdo constante do processo analisado, porém, o que existe formalmente é o pedido apresentado pelo PT à Justiça Eleitoral. Não consta, nas páginas disponibilizadas, decisão posterior confirmando que todas as medidas solicitadas já tenham sido determinadas. Por isso, neste momento, o correto é informar que o partido acionou a Justiça e pediu providências para que os responsáveis sejam identificados e investigados.
Fonte: Cara e Coroa